Tipos de Sistemas Residenciais
Existem três arquiteturas principais para climatizar uma casa:
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Mono-Split: O sistema mais comum, composto por uma unidade exterior ligada a apenas uma unidade interior. É ideal para climatizar apenas um cómodo específico.
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Multi-Split: Uma única unidade exterior alimenta várias unidades interiores (podendo ser de tipos diferentes). É a solução perfeita para quem quer climatizar a casa toda sem encher a fachada ou a varanda de motores.
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Sistemas Portáteis: Unidades móveis que expulsam o ar quente através de um tubo flexível colocado numa janela. São menos eficientes e mais ruidosos, mas úteis onde não é permitida a instalação de unidades fixas.
| Formato | Local de Instalação | Características |
| Mural (High-Wall) | No topo da parede. | O mais económico e comum; fácil instalação. |
| Consola | No chão ou parte baixa da parede. | Excelente para aquecimento (o ar quente sobe); assemelha-se a um radiador. |
| Cassete | No teto falso (embutido). | Distribui o ar em 4 direções; ideal para salas amplas ou escritórios. |
| Condutas | Escondido no teto falso. | O ar viaja por tubos e sai por grelhas; é o sistema mais discreto (invisível). |
Tecnologias de Eficiência e Conforto
Hoje em dia, os sistemas modernos partilham várias características técnicas fundamentais:
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Tecnologia Inverter: O compressor não liga e desliga constantemente; ele varia a velocidade para manter a temperatura estável, o que poupa até 30% a 50% de energia.
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Bombas de Calor: Quase todos os sistemas atuais são reversíveis, o que significa que podem arrefecer no verão e aquecer no inverno com uma eficiência muito superior aos aquecedores elétricos tradicionais.
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Filtragem e Purificação: Muitos modelos incluem filtros HEPA, ionizadores ou luzes UV integradas para remover poeiras, alergénios e neutralizar odores no ambiente.
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Controlo de Humidade: Além de arrefecer, o sistema atua como desumidificador, o que aumenta significativamente a sensação de conforto térmico.
O que ter em conta na escolha?
Para garantir que o sistema funciona bem, deve olhar para dois indicadores de eficiência:
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SEER: Mede a eficiência no arrefecimento (quanto mais alto, menos gasta no verão).
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SCOP: Mede a eficiência no aquecimento (quanto mais alto, menos gasta no inverno).
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Dica Técnica: O cálculo da potência necessária é geralmente feito com base na área. Em média, estimam-se 100 a 150 W por metro quadrado, dependendo do isolamento e da exposição solar do imóvel.

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